
Um evento da Internet que se descreve como:
“a fully web-based event focused on how new online communications technologies and social tools are changing Higher Education. Except as noted, presentations are offered free of charge.” AQUI!

Enquanto visitava o SosProf, lembrei-me de espreitar o Tempo de teia onde vi este cartoon:
A fonte é o boletim “Correio da Educação” das Edições ASA e este número debruça-se sobre uma Avaliação apoiada em critérios. É de ler.
Mas onde estão os comentários?
Hoje recomeço a dedicar-me à tese depois de concluído o processo de avaliação do 2º período. Vou começar pela reformulação dos critérios de avaliação dado que já recebi feedback, através do peer-review (gosto desta expressão 😉 )
Entretanto, o blogue pessoal e a minha “Biblogteca” continuam cheios de novidades. Daqui a duas semanas, retomo o projecto de escrita colaborativa que iniciei aqui e as turmas de 9º ano também estão convidadas a participar a partir deste vídeo brasileiro. Estou entusiasmada!
… que convem ler e ter em conta: as que o Professor Carlos Ceia da Universidade Nova de Lisboa disponibiliza sobre a preparação de uma dissertação de Mestrado. Ver aqui.
Mais uma do Fernando:
– Museu da Língua Portuguesa;
– ELearn magazine;
– Weblogs in the Writing Classroom;
– Content delivery in the blogosphere;
– Women and children last: The discursive construction of weblogs;
– Gender, identity, and language use in teenage blogs;
– Moving to the Public: Weblogs in the Writing Classroom;
– Blogging thoughts: Personal publication as an online research tool.
De passagem por aqui, encontrei um site simples que apresenta uma listagem de referências de investigação sobre blogues. Pode vir a ser importante.
Registei-me aqui: 
Ou pelo menos tentei. Só no final percebi que era uma ideia e projecto da Universidade Nova de Lisboa.
Por causa disso, também descobri isto:
Segundo eles próprios o ABC – Arquivo Bibliográfico para produção Científica tem como objectivo: “proporcionar à comunidade científica lusófona, um sistema de publicação e armazenamento de documentos científicos, proporcionando a disponibilização electrónica de periódicos científicos e académicos, bem como a criação de um banco de teses e dissertações.” Acho muito bem!
A reunião de ontem com o orientador da Tese correu bem e foi bastante esclarecedora. Deixo registado o que de mais importante há a reter.
Ainda sobre o Capítulo I:
– ser mais sistemática, procurando retirar duas páginas ao trabalho já apresentado;
– avançar a referência à Unidade Didáctica e procurar, segundo as sugestões, uma outra forma de organizar as questões;
– no enquadramento geral, sistematizar mais claramente os três eixos da investigação; aumentar a zona de intersecção (núcleo duro);
desenvolver mais o que é dito sobre Avaliação, realizando mais citações;
– relevância da investigação: se o enquadramento for mais “suculento” e referenciado (ter cuidado com referências não datadas pois carecem de força procurando, sobre o mesmo assunto referências de autores consagrados);
– evitar um tom repetitivo (posso juntar “Enquadramento e relevância da Investigação” e, também, “Problema e Questões de Investigação”);
– rever a referência bibliográfica às obras sem autor e ter em atenção que as Referências são a 1 espaço e com uma linha de intervalo entre elas.
Quanto à Investigação em geral:
– procurar que a recolha de dados tenha qualidade e que a observação de aulas seja do maior número possível das mesmas (atenção às tarefas e à avaliação a elas associada);
– ter acesso ao trabalho escrito dos alunos;
– caracterizar o tipo de Avaliação que faço (Na Revisão de Literauta tem que haver uma distinção entre Avaliação Formativa de raiz behaviourista e a construtivista. A primeira não é interactiva; é mais centrada nos resultados; retroactiva; é feita após o processo de aprendizagem. A segunda ocorre à medida que o processo se desenvolve);
– tenho de ponderar melhor a última tarefa – ficha formativa – prevista na unidade, verificar se é realmente importante, se deve existir e ser reportada na investigação; pode ter uma utilização sumativa;
– quais são, afinal, os mecanismos que garantem aquilo que os alunos aprenderam;
– as entrevistas/conversas informais não são para saber o que os alunos acharam da forma como aprenderam mas para VERIFICAR AS SUAS APRENDIZAGENS (as questões serão sobre as competências previstas);
– a minha descrição do ambiente de aprendizagem deve ser contrastada com a descrição dos dois observadores externos – com orientações diversas – bem como da que os alunos também podem fazer);
– depois de realizada a observação devo entrevistar os observadores e pedir-lhes que descrevam a forma como caracterizam o ambiente de aprendizagem na sala de aula. Essa descrição contempla tópicos diversos, tais como:
. tarefas
. ensino
. aprendizagem
. avaliação
. relação prof./aluno
. funcionamento dos computadores…
– quando falar com os alunos, as perguntas que já previ podem ser usadas mas não são as nucleares;
– faz-se uma triangulação de dados entre as AF parcelares, o TF e as Entrevistas. Para estas devo levar uma tarefa escrita a ser realizada pelos alunos. Esta tarefa pode ser de dois tipos: semelhante à já realizada tendo apenas algumas “alterações cosméticas” ou ser uma tarefa diferente na aparência mas em que necessitam de utilizar a mesma competência. Esta tarefa revela a aprendizagem profunda que terá sido, ou não, realizada (através de transferência de conhecimentos). Posso, até, pedir-lhes as duas tarefas. Trinta minutos devem ser suficientes.
Por fim…
– ser mais crítica e ver se, no documento que adaptei (rública de classificação) posso alterar alguns dos níveis de desempenho –> adaptá-los tendo em conta o meu contexto e as competências que vou trabalhar.
– distinguir muito bem conceitos como AVALIAÇÃO FORMATIVA AUTÊNTICA (toda a autêntica é formativa mas nem toda a formativa é autêntica) e AVALIAÇÃO FORMATIVA ALTERNATIVA (diferente da primeira e diferente de avaliação de intenção formativa).
Terminei hoje de rever a planificação aula-aula da unidade didáctica em que vou recolher os dados para avaliação formativa e para a tese. Percebi que não vou ter tempo de a aplicar este período por isso espero que o meu orientadior concorde com o adiamento até Abril. Está guardada nos Arquivos.
Agora é tempo de terminar o guião da entrevista. Hoje temos reunião.