Inicio mais um artigo, de uma escrita que desejo mais organizada, de ideias que, na verdade, de outra forma acabariam perdidas nesse passador de rede gigante que são os media digitais que usamos para comunicar e ligar.
Por curiosidade, consulto a lista dos rascunhos e confiro as datas. Deixo o registo no fim para este artigo que, na verdade, não me importo nada que ninguém leia como diria o amigo João Torres.
O artigo de hoje é, novamente, uma sugestão de leitura. Desta vez, sobre isso a que chamamos ADD e todas as outras siglas que nos ocupam a nós professores, a uns mais que outros, CAI, EDD, IAVE, etc, etc, … Registo-o porque é importante conhecer outras realidades, porque, por inerência dos poucos hobbies que tenho, procuro ser atenta… Registo-o sobretudo, porque a primeira frase diz tudo. Qual o impacto de tudo isto, afinal, na melhoria do sucesso dos alunos, da qualidade das suas aprendizagens, na sua preparação como cidadãos?
Para ler mais tarde. Mas para ler, refletir e contribuir, com certeza.
Despite large-scale reforms over the past decade, teacher evaluation systems have “failed to improve student outcomes,” a widely cited 2021 study by Brown University researchers concluded.
in BORYGA, A. 2023. “Who Should Evaluate Teachers?”, Edutopia, George Lucas Educational Foundation. Disponível em https://www.edutopia.org/article/who-should-evaluate-teachers Consultado a 16 de julho de 2023.
Na verdade, estamos ainda muito longe de escolas onde os ambientes de aprendizagem sejam, de facto híbridos. Em que o digital não seja algo a que se recorre apenas quando o aluno entra em isolamento… como se essa magia virtual o “desisolasse” e, fantasticamente, o fizesse recuperar todo o tempo e aprendizagem perdida. Aliás, em muitos casos, o que observo é que os alunos ainda não perceberam todos de que se trata e isso acontece porque o tal hibridismo está longe de ser universal. E não acontece por Decreto. E ainda bem. Como é que aos 13 anos se muda de postura se até a essa altura, se foi transitando, numa postura muito passiva, ouvindo a explicação do professor, lendo a custo, não percebendo muito bem para que serve essa coisa obrigatória da escola que nos preenche os dias, estudando na véspera do teste e sempre provocando algumas perguntas incómodas do pai ou do professor… leste? estudaste? fizeste?
Na imagem está a minha Classroom, um ano de experiência com o Google workspace em servidor… tão aguardada…. as minhas tão úteis rubricas (fiz a primeira em 2005 – por incrível que agora me pareça – para alunos que escreviam num fórum php) e um objeto de que cheguei a duvidar (Teresa, terás gasto alguns € em algo que não vais voltar a usar?). Mas não, a minha wacon é-me tão util agora quanto o Portátil, o Tablet, o Smartphone, o apontador, o espaço de trabalho Google, … Só demorei 20 anos a cá chegar. Quem começou depois vai chegar aqui muito mais rápido e vai ultrapassar-me provavelmente, o que me deixa feliz. Estou a contribuir para isso também.
Do balanço que faço, o ponto mais positivo é, sem dúvida a criatividade, a diversidade, a facilidade. O digital só serve para fazer melhor e diferente, mais adaptado. Se eu já fazia avaliação formativa antes e usava rubricas? já… mas é mais fácil organizar o espaço de trabalho deles assim, pois é. E sobretudo personalizá-lo. Se eles compreendem a lógica do loop? Compreendem. Se a lógica levemente gamificada da minha Classroom funciona para aqueles que a agarram, funciona; atividades várias, personalizadas, sempre a somar pontos (só não faz TLIM como um jogo Arcade) 😉
Já pensei nas classificações. Sempre na minha lógica tri-anual e ponderando se o “repetir de outra forma e com outra maturidade” pode ser ou não bom. Se tudo correr bem, como costuma, na autoavaliação não haverá a mínima discrepância. Este jogo tem regras claras e eles e eu gostamos de o jogar, muito honestamente.
O meu último exercício de escrita tem cerca de 12 000 caracteres, acusando a saudade desse tempo só meu de organização e sistematização de ideias. Foi a resposta ao desafio do Professor Matias Alves, em cuja sala de aula nunca me sentei, cuja mão nunca apertei, mas que tem sido um Professor há vários anos já, sem dúvida alguma (saborosas malhas que nesta Rede se tecem).
Escolhi-o, naturalmente, para marcar o regresso a este espaço de escrita, iniciado como desafio de um outro excelente Professor, Fernando Albuquerque Costa; espaço onde registei um diário do trabalho que realizei sob a orientação do Professor Domingos Fernandes e onde acabei por ter, mais tarde, excelentes trocas com o Professor António Dias Figueiredo. Em suma, o que sou e realizo como Professora e Formadora em boa parte a todos eles e a vários outros, a quem hoje considero amigos (Guilhermina Miranda, Nuno Barrela, José Lagarto), o devo. Obrigada!
No último parágrafo, registei o que se segue; para lerem todo o artigo (o último do ebook) podem clicar nesta hiperligação. Outras coisas paralelas que escrevi e que não registei aqui, neste hiato de 4 anos, podem ser encontradas no meu site.
A escola presente Não sabemos se vivemos em fevereiro e março de 2021 o último período de confinamento, se teremos que regressar a uma escola qu
e não existia e que, entretanto, tentamos construir com entusiasmo mas também com dificuldades. Será, contudo ,importante lembrar que as fundações estão prontas: a consciência de que é preciso incentivar a autonomia do aluno, incentivar o aprender a aprender pois a aprendizagem ao longo da vida é chave de sucesso, valorizar cada vez mais a sua competência leitora, dotarmo-nos, todos, de competências para o trabalho com as ferramentas mais atuais e, sobretudo, de competências para o decifrar das mensagens nos meios mais atuais; lembrarmo-nos, mais do que nunca, de que os espaços para a aprendizagem colaborativa são valiosos.
Cheguei à sala uns cinco minutos mais cedo. Gosto de começar cedo. Eles estão mais disponíveis, menos cansados. Há sempre alguns mais sonolentos, com hábitos menos saudáveis, smartphone, pc ou tv até mais tarde. Também gosto da aula do 2.º bloco, nessa já não há atrasos e ainda não estão cansados como no último bloco. Mas, voltemos à manhã de hoje. Arrumei a minha sala “autocarro” em grupos de 4 e 3 alunos, de maneira a acomodar os 30 alunos que aí vinham. Trinta!, numa aula de Português e pensar que, quando estive na Suécia em dezembro, assisti a uma aula de língua materna em que estariam uns 15. O trabalho que se consegue fazer é tão diferente…. como convencer alguém disto, de que há escolas sobrelotadas como a minha, de que todos os professores contratados há muitos anos se o são é porque são DE FACTO necessários, como…? E as perguntas que ainda me apetece fazer…
Mas voltemos à aula que isso é que é o importante. Sempre que entram na sala e ela está assim, mesmo não sendo a primeira vez, a predisposição é diferente. Aliás, eles já quase se habituaram a que na aula de português não existam muitas atividades rotineiras. Os protagonistas são eles e, porque o são, adoro os momentos em que peço protagonismo. E não é que todos se calam e prestam imensa atenção, à explicação ao raciocínio?… muito bom! Mas já me estou a distrair novamente…. é fácil, quando escrevo sobre eles… 🙂
Ainda não se sentaram e já querem saber ansiosamente, “o que é que vamos fazer hoje, professora?” (também gosto que alguns usem o “Professora”, foi de tantas vezes lhes dizer, “você, não, a professora!” e o”professora” vai ficando nalguns, bem mais bonito que o “stora”).
Começam a sentar-se e lá lhes explico que ali é como nos campeonatos de futebol, os melhores do ranking não podem ficar nos mesmos grupos 🙂 Enquanto divido a B, a M., a F., a C. … pelos grupos e tento equilibrá-los ouço alguém dizer “as mais inteligentes”; aproveito para lembrar que não, em 24 e anos de carreira, não tive, nem tenho, nem… terei alunos mais inteligentes ou mais burros, tenho aqueles que lêem mais, que trabalham mais (e o trabalho compensa) e outros que demoraram mais a sentir-se motivados para trabalhar, porque sim, é verdade, há naturezas mais preguiçosas 🙂 E tantos que já evoluiram desde setembro… Ainda assim, com imensas aprendizagens por saber. Mas, como dizia há dias ao L., “calma, não podemos resolver em 3 meses dificuldades que vieram contigo desde o 1.º ciclo, calma, … o mais importante é que queiras melhorar…., e que a aula te diga alguma coisa..”
Finalmente estão calmos, têm sobre a mesa o material que pedi: apenas, uma folha A4 pautada, um lápis e uma caneta. Não há tecnologias hoje. Às vezes, digo a brincar que a melhor tecnologia que têm está entre as orelhas 🙂 Hoje digo-lhes que cada grupo terá que solucionar um problema, colaborar para encontrar a solução. E qual é o problema? Um teste. Sim, Um teste normalíssimo, leitura, escrita e alguma gramática. Mais uma vez texto poético. Hummmm, coisa estranha…. as coisas estranhas que esta professora pede são sempre, no mínimo, curiosas…. Explico as regras, os alunos tal e tal não podem puxar aquela carroça sozinhos, não podem cair na tentação de encontrar e dar as respostas sozinhos, têm que puxar pelos outros, os outros devem esforçar-se, perguntar, ler, reler, procurar, encontrar, sistematizar. Têm, a partir daquele momento, 45 minutos. São 45 minutos em que eu percorro os grupos, escuto, apoio, resolvo pequenas dúvidas, dou pequenos empurrões…. é verdade….. o texto poético não é imediato 🙂
Os 45 minutos passam; e como em qualquer jogo, há equipas em que correu melhor e com outras menos bem. Passado esse tempo, dou nova instrução: a partir de agora, silêncio absoluto: cada um, individualmente, vai responder ao teste, de forma cuidada e completa, a partir das notas que tirou a lápis.
Insisto que só lhes dou 28 minutos, sim 28, precisamos dos últimos dois para serem eles a colocarem a sala como estava antes.
E o silêncio faz-se, sem problemas, e o trabalho faz-se com afinco. Os resultados? só vou analisá-los daqui a dias mas acredito que, para muitos, a atividade prévia de discussão ajudou à compreensão do texto. Antes disso, estou preocupada em avaliar a atividade em si, em saber o que pensaram, o que sentiram, como correu. Vou ler este documento que aqui vos deixo e fazer um instrumento de avaliação que usarão a partir de uma rubrica aliada a um formulário, com os iPads, na aula de 3.ªf.
Depois volto para contar.
PS: embora muito do que faça seja intutivo (já uso rubricas há algum tempo), não posso deixar de partilhar a ligação a alguns cenários de aprendizagem que, depois de testados no projeto ITEC, estiveram presentes no projeto CREATIVE CLASSROOMS e estão agora no projeto CO-LAB. Todos estes projetos são da Rede Europeia de Ministérios da Educação, European Schoolnet e têm sido coordenados em Portugal pela Direção-Geral da Educação (Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas).
A julgar pela conferência Media & Learning 2016 que teve lugar nos últimos dois dias em Bruxelas, estamos definitivamente na era do vídeo. Percorrendo o programa percebemos facilmente que são três as grandes áreas de trabalho e preocupação quando se fala em Media e Aprendizagem: as redes sociais, as potencialidades do vídeo e os radicalismos mas, no final, das contas, o vídeo ganha as apostas.
Numa conferência que não me encheu as medidas mas de onde, ainda assim, consegui trazer uma ou duas ideias e pelo menos a vontade de concretizar um projeto (sim, confesso, uma simples adaptação de um recurso que conheci hoje) houve empresas a mostrar o seu savoir faire e o potencial das suas ferramentas e recursos para a inovação em sala de aula (nos ensinos básico, secundário ou superior), projetos de investigação a revelar os seus resultados (entre eles o Clima@Edumedia da Universidade do Porto) e diversas entidades públicas e privadas, de vários países da Europa, a apresentar as suas iniciativas na promoção da literacia mediática. Houve também lugar para a atribuição dos MEDEA Awards, iniciativa na qual tive o prazer de integrar o júri pela segunda vez.
Entre os premiados, na categoria profissional – leia-se empresas – ou não profissional – leia-se professores – houve uma forte presença da linguagem visual. Dois dos projetos vencedores nesta segunda categoria estavam relacionados com a aprendizagem de línguas e utilizavam o vídeo como veículo de aprendizagem ou comunicação ou, ainda, envolvimento das famílias. O terceiro projeto colocava a ênfase na música.
Gostei bastante de ver entre os premiados um projeto eTwinning provando, uma vez mais a extraordinária colaboração entre os professores da Europa e a criatividade que entre eles promovem.
Entre os vencedores das empresas destaque para os trabalhos Magna Carta e Science Bits cujo sucesso sem dúvida assenta no uso que faz da linguagem vídeo.
No que respeita às redes sociais, regresso com a confirmação de que urge a definição em todos os agrupamentos de uma política de acesso digital (mais vasta que para as redes sociais apenas) e que a participação de Portugal em projetos como o e-Safety Label ou iniciativas como o Seguranet coloca-nos a par de tudo quanto se faz por toda a Europa.
Realizei, como sempre, através do Facebook a partilha de grande parte das ideias e projetos que tive oportunidade de conhecer. Espero que essa partilha, como em outras vezes, possa dar frutos.
Ano novo, vida nova, diz a sabedoria popular. Na minha escola, como em várias outras, ano novo, sendo ano de concursos, significa gente nova. E não estou a falar de idade. Expectativas. Interrogações. Esperanças. Desafios. Mil e uma coisas.
Curiosamente, não me lembro de assistir a um início de ano tão agradável quanto este. Talvez seja eu que esteja mais velha ( e esquecida, ehehe), ou mais madura, mais observadora, mais sensível a certos aspetos. Mas aquilo que tenho observado é uma motivação enorme, em acolher e ser acolhido. Hoje aguardei que uma das colegas novas me desse boleia e, enquanto esperava, observei-a a planificar com outras duas colegas novas, num trabalho colaborativo que parecia feito de muitos anos em comum no mesmo espaço. Aquilo que escuto várias vezes é “ah, diz-me como se faz”, “como é costume fazer-se aqui?”, “esta escola é tão organizada”, “estou aqui para aprender”. É muito saboroso viver este clima e perceber esta integração suave.
Hoje tivemos uma tarde dedicada a formação com a Coordenadora do Serviço Nacional de Apoio ao eTwinning. 31 pessoas a escutarem atentamente, a realizarem os seus perfis, a enviarem-se mutuamente mensagens e convites. Se amanhã houvesse mais, delinear-se-iam já alguns projetos; porque com a ajuda desta plataforma é tão mais fácil.
Gostei de muitos aspetos, mas há um que não posso deixar mesmo de referir: entre os 31 professores do 1.º ao 3.º ciclo do EB havia uma tão atenta, participativa, entusiasmada quanto os outros: era a Diretora do Agrupamento. Não chegou mais tarde ou saiu mais cedo imersa em burocracias, de aspeto distante, com o um ar de gestora, não foi ali para dizer discursos, fazer vénias ou campanhas, esteve a trabalhar, ao lado daqueles que com ela trabalham num projeto comum, em prol das aprendizagens, das do currículo, das da Cidadania. E, não pude deixar de pensar: “Sim, a Escola em que acredito existe! Sim, apesar dos contratempos e dificuldades, a Escola em que acreditamos, construimo-la nós!”
Bem haja!
imagem de https://dreammgmt.files.wordpress.com/2010/10/dreamschool.jpg
Tenho estado a protelar a escrita de dois relatórios. Se, por um lado, decidi viver em pleno as férias tão merecidas, por outro, sinto que a passagem do tempo me obrigará naturalmente a reduzir a escrita ao essencial, sobretudo para mim que por feitio pessoal e defeito de formação nunca senti problemas em escrever. Vou redigir os tais relatórios nos próximos dias (ou noites). Um deles é sobre o seminário final de ano da minha escola e corresponde a um relatório como formanda. O outro também tem essa perspetiva como formanda e é o relatório de Mobilidade do Programa Erasmus+ sobre o curso que frequentei na Finlândia. Apesar de, aparentemente, tão distintos, um e outro texto falarão necessariamente sobre a minha ideia de escola. Esta reflexão acabou por trazer-me a memória de uma das escolas que visitei na Finlândia. São dessa escola as fotos que encerram este artigo e é sobre ela que pretendo hoje escrever.
A vida é feita de oportunidades e a visita desta escola foi, na verdade, uma maravilhosa oportunidade. Extra-programa, foi possibilitada por uma das suas professoras, amiga do meu colega João Paulo Proença. Esta escola finlandesa é uma escola especial no sentido em que funciona no âmbito de uma Universidade, de uma Escola Superior de Educação, como diríamos em Portugal. É a escola onde estagiam os futuros professores. Trata-se de uma escola Básica (do 1.º ao 6.º ano). Poderia falar de diversos aspetos deste espaço mas, naturalmente, falarei sobre aquele que mais me diz: a sua Biblioteca / Centro de Recursos. É que, se não estou em erro, foi a primeira vez que pude ver, na prática, a Biblioteca em que acredito como espaço físico. Esta Biblioteca é, sem dúvida, o coração da Escola, não tem paredes, portas ou janelas, está no meio da escola, num espaço aberto, delimitado por atraentes estantes e maples, espaços de leitura de sonho; chega-se a ela de qualquer espaço da escola, parte-se dela para as salas de aula, vê-se a biblioteca através das portas de vidro das salas. É o coração da escola! Espaço de passagem inevitável, espaço de aprendizagem inevitável também.
Nos últimos dois anos, estando apenas 3 tardes por semana na escola, confesso que tenho programado atividades da minha disciplina em articulação com a BE bem menos do que gostaria. Os meus colegas da equipa de coordenação da BE têm toda a razão em lamentar-se. No entanto, ao longo da minha carreira, sempre trabalhei muito no contexto da BE/Centro de Recursos pois acredito MESMO na Biblioteca como o espaço primordial de uma Escola. Foi maravilhoso ver esse conceito aplicado num mundo físico; não é uma ideia, não é uma possibilidade de trabalho, é uma realidade incontornável. Sim, claro que adorei todos os equipamentos, todos os espaços que vi, a forma como as tecnologias são introduzidas naturalmente nos processos de ensino e aprendizagem mas, confesso-vos, esta Biblioteca terá sempre um lugar especial no meu coração, na minha mente.
E como de louca eu já tenho tanto, depois de tudo isto, dei asas à imaginação e concebi uma biblioteca deste género para a minha escola. Uma biblioteca que libertaria dois dos espaços atuais: o da Biblioteca propriamente dita e o espaço a que chamamos Ludoteca e que permitiria transformá-los num auditório e uma sala especial. Manteria a sala de informática mas derrubando a parede junto à porta de modo a tornar o espaço mais aberto. Não tenho as plantas da escola comigo mas…. seria algo assim. Sonhar não custa. Sei que esta ideia não será concretizada pois provavelmente neste momento, não estou a ver as impossibilidades que me serão apontadas, mas….. num sonho tudo é possível, certo?
Visita à Länsikadum Koulu – Joensuun Normaalikoulu: