Última descoberta: um website que reune ligações com diversas Revistas científicas sobre Tecnologia Educacional. A explorar, sem dúvida!
A partir do mesmo site encontrei ainda uma Enciclopédia de Tecnologia Educacional 🙂
Última descoberta: um website que reune ligações com diversas Revistas científicas sobre Tecnologia Educacional. A explorar, sem dúvida!
A partir do mesmo site encontrei ainda uma Enciclopédia de Tecnologia Educacional 🙂
Hoje, uma vez mais, saí bastante satisfeita da reunião com o meu orientador. Apesar de ele não ter tido tempo para ler a segunda versão do capítulo I, o feedback que me deu sobre a Grelha de Planificação e o respectivo texto de justificação foi muito positivo. O texto pareceu-lhe muito bem e, quanto à grelha, confiava absolutamente nas suas doutorandas que, sendo minhas colegas de Língua Portuguesa, funcionam como peer review. O feedback que elas me deram foi positivo e, acima de tudo, bastante útil. Saí de lá com menos receios do que quando entrei e cheia de vontade de trabalhar (a recolha de dados deve iniciar-se dentro de duas semanas).
Marcámos nova reunião para daqui a 15 dias e combinámos que, nessa altura, já teria preparado um guião da entrevista que pretendo aplicar a seis alunos. Disse-lhe que também gostaria de fazer uma entrevista colectiva com esses seis alunos pois parece-me interessante a troca de ideias e o professor concordou. Ao trabalho, então!
Além disso, hoje houve finalmente tempo para mostrar os quatro sítios da web em que tenho mergulhado de pés e cabeça – este onde estamos, este aqui, este e ainda este – e comentou-se o enorme trabalho que tenho tido. É verdade, confesso, mas feito com enorme prazer.
Enquanto aperfeiçoava o documento de contextualização e justificação da unidade didáctica que
preparo para a minha tese, resolvi rever os conceitos nucleares de “Avaliação formativa” e “Avaliação Sumativa”. Uma pesquisa rápida depois de breve leitura dos artigos de que disponho, levou-me até aqui, onde encontrei esta tabela que compara os dois tipos de avaliação de acordo com a informação providenciada e o tempo em que ocorre:
| Formative Evaluation | Summative Evaluation | |
| What information | Specific description of daily events | General trends based on specific descriptions |
| Organizational skills | Overall attitude | |
| Needs assessment | Comparison with evaluation tool | |
| When to give | At the time of the incident | Mid-point in the course |
| End of the day | End of the course | |
| Weekly re: progress |
As últimas semanas foram pouco produtivas no que diz respeito à preparação da tese. Tenho andado ocupada com a preparação das aulas e avaliações, além da estruturação da unidade didáctica durante a qual farei a recolha de dados. O trabalho já foi analisado por duas colegas, professoras de Língua Portuguesa e Mestres em Avaliação. Os comentários foram, de modo geral, positivos. Agora estou a fazer o aperfeiçoamento dado que amanhã tenho nova reunião com o Orientador.
A Universidade de São Paulo, no Brasil, publica aqui um documento com as suas directrizes para a apresentação de teses: documento electrónico e impresso.
Não conheço nenhuma universidade portuguesa que publique documento tão completo. Alguém conhece?

Através de um dos Grupos a que pertenço na Web (de pessoas interessadas “nestas coisas das tecnologias”), descobri este site que gera automaticamente referências bibliográficas. Fiz a experiência e constatei que tem algumas falhas como as de considerar campos obrigatórios o dia e o mês de publicação de um revista online. Como sabemos, ter essa informação raramente é possível. No entanto, aqui fica a dica.
Resultado da Referência:
BATISTA, M.A. H.. Las Nuevas Tecnologías en el aprendizaje constructivo. . Revista Iberoamericana de Educación, Brasil, v. 34, n. 4, p.1-20, 01 jan. 2004. Disponível em:
…vamos descobrindo novas coisas. Desta vez apresento-vos uma recolha de artigos sobre os benefícios da avaliação alternativa.
Um website que descobri hoje aqui e que faz uma rápida síntese de algumas das questões a que me tenho dedicado.
DES/WO e Crooks são, respectivamente, o “Department of Education and Science” e o “Welsh Office” e o autor de “The impact of classroom evaluation practices on pupils” publicado em 1988 no volume 58 da Review of Educational Research, (pp.438-481). Ambos são citados num dos últimos artigos que li:
“Assessment and Learning: differences and relationships between formative and summative assessment” de Wynne Harlen e Mary James, publicado em Assessment in Education, 4, 3, 1997, pp. 365-379.
O objectivo do artigo é essencialmente procurar desfazer a confusão que se criou entre estas duas práticas e explicar os seus conceitos.
Segundo as autoras, para o organismo atrás citado, a distinção entre avaliação formativa (AF) e avaliação sumativa (AS) foi feita principalmente em termos de objectivos e tempo, sendo que AF pretende reconhecer e discutir os sucessos do aluno bem como os próximos passos a planear e a AS existe para o registo sistemático da aprendizagem global de um aluno (cf. p. 366).
Neste contexto, um importante objectivo educativo é a aprendizagem como compreensão e conhecimento. A aprendizagem é entendida como um processo interpretativo o que nos leva a verificar a existência de duas abordagens à aprendizagem distintas: a profunda e a superficial.
Uma abordagem superficial caracteriza-se por:
– uma intenção de ser capaz de reproduzir conteúdo como se pretende;
– a aceitação passiva de ideias e informação;
– a falta de reconhecimento de princípios de orientação ou padrões;
– focar a aprendidagem nas exigências da avaliação.
Por outro lado, uma abordagem profunda da aprendizagem tem como características:
– a intenção de desenvolver conhecimento pessoal;
– uma interacção activa com o conteúdo, particularmente na relação de novas ideias com o conhecimento e experiência prévios;
– a ligação entre ideias usando princípios interpretativos;
– e a relação entre provas e conclusões.
Mas uma aprendizagem profunda tem outras características como:
. ser progressivamente desenvolvida em termos de grandes ideias, capacidade de viver e aprender, atitudes e valores;
. ser construída com base em ideias ou capacidades prévias;
. poder ser aplicada em contextos diferentes daqueles em que foi aprendida;
. ser pertença do aluno no sentido em que se torna uma parte fundamental da forma como ele apreende o mundo que o rodeia; não é apenas um fenómeno efémero que pode ser memorizado para ser lembrado em exames e depois esquecido.
Para promover este tipo de aprendizagem é preciso que as tarefas a propor:
– sejam adequadas ao grau de desenvolvimento das ideias, das capacidades, atitudes e valores;
– tenham continuidade e sejam construídas sobre novas experiências;
– sejam entendidas pelos alunos como relevantes, importantes, estimulantes e valorizadas por eles, mais do que apenas pela sua simples utilidade para ter sucesso em exames.
(pp.368-369)
Outro dos aspectos positivos do artigo referido no registo anterior é a apresentação de formas diversas daquilo que chama “Avaliação alteranativa”. Vou apresentá-las:
– avaliação de desempenho: pretende modelar as tarefas de aprendizagem em que pretendemos envolver os alunos (expressão escrita, solução de problemas, por ex.). Pode inclui a avaliação por portefolio. A avaliação autêntica é uma avaliação de desempenho desenvolvida num contexto autêntico (i.e., produzida na sala de aula como parte do trabalho normal). Pode ser ainda definida como uma tentativa sistemática de medir a capacidade do aluno em usar conhecimentos prévios na resolução de novos problemas ou para a realização de tarefas específicas.
– Portefolios: simples colecções de pedaços dos trabalhos dos alunos que são conservados como registos. São quer uma base, quer um método de avaliação. Inclui documentação do desempenho, auto-avaliação, artefactos e análises das experiências de aprendizagem.
Por fim,o uso de uma avaliação alternativa pode colocar alguns problemas:
. validade
. fiabilidade
. equidade.