Os publicados pela ABED – Associação Brasileira de Educação à Distância:
. Definindo Critérios para um Curso de Leitura e Produção em Língua Portuguesa Via Web
. A Avaliação como Prática Pedagógica . O Estudo a Distância com Apoio da Internet
. O Que os Aprendizes Esperam dos Professores na Educação a Distância On-line?
. WEBQUEST: Protótipo de um Ambiente de Aprendizagem Colaborativa a Distância Empregando a Internet
. Utilização do Portfolio na Avaliação do Ensino a Distância
Notas da 3ª reunião de Mestrado
Apesar de já ter tido lugar no dia 12 de Janeiro, quero aqui deixar as notas mais importantes da 3ª reunião com o Orientador da Tese.
Título da Tese – a rever e encurtar (como já foi referido aqui).
Impressão genérica acerca do Capítulo I da Tese (Introdução): Boa – contido, bem fundamentado e bem explicado.
APA – rever alguns aspectos nomeadamente algumas citações, pontos e maiúsculas nas referências.
Alguns períodos demasiado longos.
Falta de referência em algumas afirmações.
Incluir subdivisões:
Enquadramento geral – definindo de forma inequívoca um problema (com base na opinião de investigadores… há necessidade de investigar como é que os alunos aprendem quando a avaliação é formativa no contexto de uma comunidade virtual de aprendizagem;
Questões de Investigação;
Relevância / oportunidade / utilidade da temática – que esta investigação tem; real valor científico, pedagógico e prático;
Apresentação da estrutura da tese;
Definição de Termos – decidir se se mantém aqui ou se será feita ao longo do trabalho e apoiada por referências.
Devo explicitar quais vão ser as aprendizagens (qual o domínio do currículo que vai ser tratado), que competências e saberes vão ser desenvolvidos.
Não referir já a metodologia a adoptar. Sobre esta: ter cuidado com a credibilidade; ela terá que evidenciar o que acontece com objectividade –> triangulação de metodologias e de investigadores.
Manter um Diário de Bordo (ao longo do domínio do currículo que demore sensívelmente 3 semanas, talvez já antes). Deverá ser construído ao final do dia registando reflexões sobre o que é o foco da minha investigação:
. tarefas de avaliação
. reacções dos alunos
. como me senti
. como escrevem no blogue
. como aproveitam o meu feedback
. etc., etc.
–> retrato subjectivo mas fiel do que se está a passar; registos mais breves (bloco de notas); observação mais deliberada (real e do ambiente virtual – permite categorizar melhor o tipo de contribuições) –> INICIAR JÁ!
Falar sobre o ensino-aprendizagem da língua portuguesa (conteúdos, competências). Depois, terei que consultar alguém com frequência e incluir esse aspecto na metodologia (1/2 dúzia de páginas).
Na tese haverá ainda que incluir o seguinte:
– tarefas avaliadas através do blogue
– grelhas de planificação (entregar já uma proposta de planificação das 3 semanas a observar, incluindo estratégias e tarefas de avaliação).
– grelhas de avaliação
– lista de pré-requisitos
– grelhas (muito simples) de observação de aula
– relato do que se fez presencial e virtualmente e como se fez a articulação entre ambos.
A observação de aulas será feita por mim e outras duas pessoas em simultâneo com regras diferentes: uma “mais esclarecida” sobre os objectivos e outra mais à-vontade que apenas registe o mais interessante, o mais problemático, etc.
E acho que é tudo. Entretanto, hoje recebi comentários muito favoráveis, elogios de colegas sobre o “Sítio da Prof. Teresa” e enriqueci o site um bom bocado. Ver aqui, principalmente a parte que se refere aos materiais.
Trabalhos paralelos
Depois de terminada a revisão do 1º capítulo, tenho de me dedicar à planificação da unidade sobre a qual se debruçará a minha tese, bem como estruturar as actividades de avaliação formativa que incidirão sobre ela. Tenho continuado a desenvolver o website de trabalho com os alunos e o blogue que o apoia. Iniciei igualmente um podcast para poder ter, de forma mais acessível, registos audio de apoio às aulas.
No Podcast recebi, esta semana, um simpático comentário do Escola.br do Brasil. Através deles, tomei conhecimento de uma ferramenta de Webquests. Já tinha realizado pelo menos uma mas esta hipótese parece-me bem interessante.
Não esquecer…
…de acrescentar à minha Bibliografia esta referência:
Moore, A. B. & Brooks, R. (2000). Learning communities and community development: Describing the process. Learning Communities: International Journal of Adult and Vocational Learning, Issue No.1(Nov), 1-15.
Em: http://www.crlra.utas.edu.au/Pages/files/journal/articles/iss1/1Moore&B.pdf
PS. Este blog é cada vez mais o meu bloco de notas online. Só espero não o perder!
Cooperação
Tenho mais ou menos assiduamente trocado impressões e referências com duas fantásticas amigas e colegas de Mestrado: Cristina Costa e Sara Reino. Deixo aqui o meu obrigado à sua colaboração e incentivo. A Sara enviou-me hoje este link para quem está interessado nas questões do e do e-learningblended-learning.
Eu penso ler, pelo menos, este artigo. Gostei da questão: Why Classrooms Aren’t Enough?
Anotações importantes
Li hoje este artigo: “Assessment and Online Teaching” um dos “Australian Flexible Learning Quick Guide Series” da “Australian Flexible Learning Framework”. Data de 5 de Julho de 2004 e apresenta ideias tão importantes que não resisti a transcrevê-las aqui. Mantenho a língua original e os destacados são meus.

“Assessment plays an important part in the learning process – both summative and formative assessments inform progress and guide learning; it is essential to the accreditation process; and, results are used in all sorts of ways to measure outcomes and success of the student, teacher, course, or institute. Self assessment encourages student independence, and helps students develop the necessary skills for autonomous (and lifelong) learning. Assessment, especially when embedded within an ‘authentic’ learning tasks or exercises, can also be an essential part of the learning experience.
Principal reasons why online assessment is of fundamental importance:
– Student learning and behaviour is affected by and often led by assessment requirements
(Ramsden in McLoughlin & Luca 2001).
– When designing learning programs, the assessment criteria and assessment constraints are
usually key determinants of the teaching and learning strategies chosen. (…)
– Effective flexible learning regimes require assessment to be appropriately designed to match the
new learning environments and diverse clientele (ANTA1 in Clayton & Booth 2000; Booth,
Hartcher & Hyde 2002).
There is a new wave of pedagogy advocating ‘alternative assessment’ in which assessment is
integrated with learning processes and real-life performance as opposed to display of ‘inert
knowledge’. Known as ‘authentic assessment’ it is very much based on the constructivist
approach that enables students to demonstrate knowledge by working on authentic tasks,
putting students in control of their own learning (McLoughlin & Luca 2001, p. 421).
(…)
– Developing expertise and capabilities in online assessment can provide market opportunities.” p.3

O artigo tem ainda outro aspecto positivo que é o de apresentar projectos de investigação recentes ou ainda em curso pretendendo colmatar o vazio de informação sobre Avaliação online (vd. p. 4).
Das várias características a ter em conta neste tipo de aprendizagem e avaliação destacamos a flexibilidade que pode, segundo o texto, significar o seguinte:
” . providing assessment choices negotiating assessment tasks to account for student’s circumstances and needs
. providing flexibility in timelines or providing contingency options to cater for unreliability or
differences in technology connections
. providing choice in location of assessment as students do assessment tasks in their place of study which can be home, work or wherever they choose, providing supervision is not required.” (p. 5)
Destaco ainda a lista de desafios apresentados por este tipo de avaliação referidos na página 6. Deixo, também, uma pequena listagem que o documento apresenta de “Online Assessment Options“:
“· Written assignments
· Participation in online discussions
· Essays
· Publication of student work /presentations
· Online quizzes and questions
· Experiential activities, such as role-play
· Collaborative assignment work
· Debates
· Portfolios
· Reviews
· Online Exams (open-book; structured; timed)
· Journals and reflection
· Practicals.” (p.6)
Para terminar… “Assessment strategies and tasks should be aligned to the learning objectives and learning process, and the connection should be made explicit to students so that they can see the relevance of the assessment to the learning task.” (p.8)
Mais um recurso que…
… parece bastante interessante no contexto da minha tese:
«Center for Instructional Technology»
A minha mais recente e útil descoberta está mesmo aqui:
“CIT Infobits is an electronic service of the University of North Carolina at Chapel Hill ITS Center for Instructional Technology. Each month the CIT’s Information Resources Consultant monitors and selects from a number of information and instructional technology sources that come to her attention and provides brief notes for electronic dissemination to educators.“
As pesquisas… têm fim?
Acho que não. Estou sempre a encontrar documentos que gostaria de ler. Este são dos últimos:
– What are the conditions for and characteristics of effective online learning communities?
– Assessment and Online Teaching
da série “Australian Flexible Learning Framework Quick Guides” cujo índice se encontra aqui.
Terríveis vinte (20) palavras…
… são as do título da minha tese!!! E isto depois de várias tentativas de reformulação.
Ou seja… não refiro directamente o trabalho que faço com o website ou com o blogue, já não vou abordar a perspectiva psicológica do Sentimento de Pertença a uma Comunidade Virtual (que me tinha posto em agradável contacto com uma investigadora americana) e mesmo assim…

