Aqui está a apresentação que serviu de fio de prumo às minhas intervenções como formadora no curso que ministrei com o Carlos Pinheiro nos passados dias 18 e 19 de Junho em Leiria:
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A utilização de Quadros Interactivos Multimédia no ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa (também com o Google Earth)
Da conferência ACEAV, em Aveiro, a 11 e 12 de Julho de 2010
ActivInspire… actualize a sua inspiração! ;-)
Histórias de usos das TEC EDU (o meu contexto)
Hoje desabafo.
E partilho aqui o que escrevi na Rede Interactic 2.0.
“Hoje quem desabafa sou e 😉 e este desabafo vem um pouco na continuidade da nossa troca de ideias sobre recursos educativos digitais produzidos por professores ou comerciais como os da Porto Editora (e que já continuámos a propósito do Magalhães, recorda-se?
Eu gostaria que uma das minhas utopias ou sonhos (o termo usado depende de querer dar uma visão mais ou menos positiva) do que penso e sinto sobre as tecnologias educativas fosse acreditar que a simples existência de recursos maravilhosos como a Escola Virtual fosse a chave de ouro para a mudança de postura de alguns professores, para uma mudança efectiva de estilos de ensino e aprendizagem, para uma entrada mais definitiva da escola no século XXI.Mas… não é! Conto-vos a minha história e o episódio que acaba de me acontecer hoje.
Para quem anda nisto da utilização em contexto educativo dos computadores e da Internet desde 2002/2003 a existência da escola virtual é um oásis. É um recurso com uma extraordinária qualidade que eu posso usar de modo crítico mas que está ali, com uma qualidade técnica que eu sozinha não conseguiria atingir, sendo que a qualidade pedagógica vai depender – e isso é importante não perder de vista – do uso que eu lhe der.Este ano a minha escola adquiriu uma série de assinaturas da escola virtual. O ano passado já o 2.º ciclo tinha usado; este ano (eu não fui consultada apesar de ser talvez a mais conhecedora da escola em termos de TE o que é bom pois significa que há um interesse acrescido de outros profissionais) a escola optou por adquiri uma série de licenças para professores. Eu, na minha ingenuidade, pensei que era adquirido um acesso por escola, para todos os alunos e todos os professores. Enganei-me! é à peça e por cabeça. Era só para alguns. Descobri-o quando pedi os meus dados de acesso. A resposta foi que eu não tinha pois tinham considerado que, como já produzia muitos recursos e sabia muita coisa (as palavras foram mesmo estas) não precisava. Então na minha área (LP) havia duas pessoas com acesso (a coordenadora que é do 2.º ciclo e uma colega do 3.º que me podiam emprestar o seu acesso – ooppsss, se calhar isto não era para dizer – desde que não usássemos em simultâneo (o que pelos vistos é impossível – hei-de experimentar).E pronto, mal apanhei há pouco a dita colega, pedi-lhes os dados. ela ficou tão surpreendida como eu ao saber que eu não tinha um login próprio. Deu-me os dados copiados à pressa numa folha, que estavam errados. Fui à promotora da iniciativa, pedi e já acedi.Ora, eu… a tal que não precisa… se tivesse aqueles dados na minha mão, já tinha arranjado 10 minutos para entrar, para explorar, para conhecer, para prever, para preparar….E é por ter esta atitude que eu sou a tal que já tenho muitas coisas feitas e já sei muitas mais….Não é porque tenha feito o mestrado em TE porque aí aprendi outras coisas muito importantes mas nem sequer foi o mestrado que me tornou mais sensível.O que me torna diferente de alguns mas tão próxima de tantos profissionais (todos os que encontro aqui nesta Rede, por exemplo) é uma vontade de mudar, de fazer diferente, é o entendimento de que não se pode ensinar da mesma forma, é a consciência do que já existe e o desejo de o usar, seja produzido por mim ou pela Porto Editora ou seja por quem for, sempre com um enorme respeito pela autoria alheia.
Obviamente que fiquei triste e obviamente que me sinto hoje mais extra-terrestre do que nunca mas… sabem uma coisa, o mais importante é que eu tenho o acesso da escola virtual e SIM, eu VOU USAR e com muito prazer e para enorme satisfação dos meus alunos que vêm motivados para as minhas aulas e me fazem uma professora feliz!”
Depois das tic….. por causa das tic…
Neste momento, não tenho ainda palavras para descrever melhor este dia e esta mulher mas…. aqui lhe deixo o meu profundo agradecimento por ser quem é, pelo seu trabalho e pela sua presença constante na minha vida! Obrigada, minha querida! Hoje, estou muito feliz!

Google Earth in The Classroom – excelente e exemplar apresentação
Estou a iniciar a preparação de uma pequena sessão de formação (workshop) sobre a utilização em contexto educativo das aplicações Google. Quando estiver pronta, partihá-la-ei aqui. O objectivo será promover e auxiliar o trabalho colaborativo entre os alunos de 3 turmas do 7º ano e os respectivos Conselhos de Turma que, em princípio, se manterão até ao final do 3º ciclo.
Com uma conta gmail o que é possível realizar hoje em dia? serão criados 3 blogues e seis contas gmail (3 para serem partilhadas por cada turma e as outras 3 para os conselhos de professores).
Pretender-se-á promover o espírito crítico dos alunos, a sua autonomia, as diferentes competências disciplinares e, também, o trabalho interdisciplinar entre docentes.
Darei novidades.
Entretanto, enquanto realizava as minhas pesquisas, vi esta apresentação que considero excelente pelo conteúdo e pelo formato. Vale a pena conhecer:
Digital Media – parte da pesquisa feita (ou será encontrada?)
Uma das coisas que queria fazer (elas são sempre tantas que os dias não me chegam) era começar a agrupar ferramentas e recursos para a criação de narrativas digitais (a minha expressão favorita para traduzir Digital storytelling”). Hoje, via twitter, cheguei aqui (Digital Media) e tirei de lá isto a que hei-de voltar:
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| Clay Animation | Tutorial on clay animation |
| Digitales | Tips and tricks for creating a digital story |
| Digital Story Telling | Provides a wealth of links for creating digital stories |
| Digital Storytelling Resources | Collection of resources by Meg Ormiston to help educators create powerful digital stories; Curriculum integration |
| Digital Storytelling Scoring Rubric | Sample scoring guide |
| Educational Uses of Digital Storytelling | Instructions, suggestions, resources, ideas |
| Kitzu | Digital story kits for the classroom |
| Video in the Classroom | Digital storytelling in the elementary grades and beyond |
O prometido…

… foi também isto. Trazer para aqui algo do que de melhor deixei no “Blogicamente” ao longo de cinco anos. Enquanto gravo os cinco anos em pdf mês a mês, percebo o quanto da internet me gasta da vida e do coração e da mente e como, de facto, era preciso estabelecer prioridades. Hoje, trouxe de lá isto: o poema dos 10 anos para o meu filho mais velho:
Título do Post: “Quantos dias, quantos anos”
Aconteceste-me um dia
Não te tinha pensado
Mas desde que te conheci dentro de mim
Soube que eras meu
Como pouca coisa seria
E soube que te pertencia também.
Tenho anos e dias como ser
Quase outros tantos como mulher
Mas todos os que sinto são sempre de mãe
Pois tu defines a minha vida
E hoje, que já ou só passaram dez anos
Sinto que é por ti e para ti
Que existe tudo o que de melhor eu posso ser.
Parabéns!
(Tess, 14 Maio ’06)
Reboot… restart… recomeçar!
Depois de um grande interregno, vou retomar a edição deste blogue. O tempo que me tem sobrado é tão pouco que decidi reformular alguns aspectos da minha vida. Guardarei para mim algumas escritas demasiado pessoais e passarei a partilhar aqui alguns textos que possam ter interesse quer de temáticas da vida em geral, quer sobretudo da minha área de trabalho e (alguma) intervenção: as tecnologias educativas. E para que não fique muito pesado, porque eu continuo a ser eu e a poesia ainda me assiste, começo por vos deixar uma música que se chama precisamente “From this day foward“.
Recomecemos, com calma!

